Análise do próximo jogo, volta de titulares e mais; veja coletiva de Rueda

No início da tarde dessa quarta-feira (10), o técnico do Flamengo, Reinaldo Rueda, concedeu uma entrevista coletiva, no Ninho do Urubu, em que falou sobre o Coritiba, que é o próximo adversário do time, sobre os recentes protestos da torcida, a volta de titulares e muito mais! Confira:

  • Coritiba – adversário de Quinta-feira

“É muito importante a vitória. Essa é a exigência de toda a equipe. Somos um time que se considera grande. Tem que saber administrar o jogo, como mandante e como visitante. Às vezes, jogamos, mas não alcançamos os resultados. O objetivo é melhorar nossa posição na tabela.”

  • Preparação para a partida

“Jogador do flamengo tem que trabalhar sempre forte. Não pode selecionar jogo, todos são super intensos. Todos são de altíssima intensidade e nível. Estamos seguindo uma linha de continuidade, ainda mais com essa cobrança.”

  • Volta de Diego 

“Diego tem uma grande disposição mental para jogar. Vamos avaliar como chega depois da viagem. Ele pode ser uma alternativa para o jogo, mas vai depender de como chegar. Claro que é importante sua experiência nesse momento do Flamengo.”

  • Protestos da torcida

“Existe esse tipo de cobrança. O torcedor tem todo o direito a protestar, mas creio que é uma situação que somente se pode resolver com trabalho e resultado em campo, sempre. Vamos trabalhar melhor para trazer os resultados.”

  • Perda de jogadores titulares 

“Não podemos fugir da realidade. Temos que ter a cobrança dos resultados. Temos uma equipe trabalhando. Há um investimento, mas que requere tempo. Perdemos alguns jogadores nas últimas semanas. A equipe do Brasileirão perdeu 6 jogadores, como Juan, Réver, Trauco, Berrío, Paolo e Diego. Todos têm muita qualidade, então é uma situação difícil para manter a estabilidade.”

  • Inconstância do Flamengo

“É claro que a ideia é manter a equipe, mas nesse momento manter isso tendo sido muito difícil. Fazer uma relação de 11 jogadores é fácil, mas fazer uma equipe entrosada é complicado. Quando estamos nesse processo de dificuldades, temos que abraçar a equipe, para manter o rendimento e o comportamento. Se trata de não mudar muito e conservar o equilíbrio, que não é fácil. A exigência é muito grande.”